Levantamos sem pressa, tomamos um belo café da manhã e fomos procurar um lava jato para a faxina necessária nas motos. Encontramos um, com água quente e do tipo self-service! Deu para tirar o grosso!! Pelo menos o lamaçal endurecido foi removido.
Depois da faxina, descemos para o centro e fomos contratar o passeio pelo Glaciar Perito Moreno, o "top gun" dos passeios!
Na hora do almoço, o Geraldo me informou que o Alexandre, quando estava quase chegando a El Calafate, ao passar por uma região onde existia neve e gelo, (o famoso platô de 900 metros de altitude) veio a cair, sendo necessário o poio de um veículo para rebocar sua moto, pois na queda, a tampa do motor, do lado esquerdo, ao deslizar pelo asfalto, acabou sendo perfurada, causando a perda do óleo. Logo pós o almoço, fui ao posto policial com a Luci, localizado na entrada da cidade e perguntamos ao carabineiro de plantão, se ele sabia de algo. Respondeu que sim e que já estava a caminho um reboque particular. Deixei o meu nome e ao endereço de nosso hotel e que se precisassem de algo, era somente nos contactar. Não poderíamos fazer mais nada, a não ser esperar a sua chegada, para vermos o que fazer.
A tarde fomos conhecer o Museu de Gelo, localizado nas proximidades da cidade. Muito interessante este passeio. Relativamente novo, pois foi inaugurado a menos de 2 anos e cheio de recursos audiovisuais sobre o tema. Tivemos chance de visitar um "Bar de Gelo", onde pudemos experimentar a temperatura de - 7º C. A tarde retornamos ao hotel e vimos a moto do Alexandre estacionada em frente ao hotel. Dei uma inspecionada e pude constatar que a única avaria era realmente a tampa perfurada. Ao entrar no hotel, resolvemos ir à piscina e encontramos lá o Alexandre, que nos contou a história em detalhes!
Relato abaixo o email que ele transmitiu a todos os integrantes, sobre a sua decisão de terminar o projeto " Ushuaia - Um desafio pessoal!"!!
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Olá a todos do grupo, participante diretos e indiretos. No dia 16 cheguei a Ushuaia, tremenda emoção e felicidade de poder colocar na minha vida de motociclista esta maravilhosa experiência, adquirida com muita determinação e força de vontade, contando lógico com o apoio dos amigos e esposa. No dia 11 eu e Dino ficamos atolados a 43km de Cerro Sombrero (local extremamente deserto) e com as motos inoperantes próximo a Ruta internacional 257 (um caminho diferente nos foi dado pelo gps e resolvemos segui-lo), isso ocorreu por volta das 12 horas e só conseguimos resolver as 22 horas, debaixo de muito frio (1o C), chuva, estresse e precárias condições de solução para o grande problema. No dia seguinte (12) estávamos exaustos e ainda fomos lavar as motos minuciosamente, já que todos os componentes móveis possíveis estavam tomados por lama endurecida. Partimos ao encontro das esposas no dia 12 para Ushuaia de carro (alugado em Cerro Sombrero das mãos de um amigo de última hora, heheeh... (isso já é uma outra história, vou deixar para o Dino contar, heheehh)). Mas dentro do meu coração estava o sentimento de "DEVER NÃO CUMPRIDO", precisava retomar a viagem novamente e esse fantasma eu não queria comigo durante a minha vida, estar a 400km de Ushuaia e não cumprir o percurso seria triste para mim. No dia 15 voltamos para Cerro Sombrero (ainda de carro), mas já com tudo planejado para voltar a Ushuaia (sozinho, já que todo o grupo havia cumprido o percurso e "ticado" a meta). Deixei o carro as 14hs e as 15:30 hs estava iniciando 120km de rípio, debaixo de muita chuva e frio, para cumprir a missão de poder chegar de moto ao Fin Del Mundo (Terra Del Fuego) e no último km (3079) da Ruta Além do compromisso de estar em El Calafate dia 17 para encontrar a Carol, não poderia gastar tempo com refeições diárias e nem sequer ir ao banheiro, então consumi o mínimo de líquido possível e durante todo o percurso até chegar a Rio Gallegos (de onde partiria para El Calafate) resolvi adorar táticas de guerra extrema,heheheh, comer pouco e o básico pelo caminho, isso resolveria em parte o meu problema, pois ainda teria que correr contra o tempo, pois lidaria com baixíssima velocidade nos percursos perigosos de curvas sinuosas, risco de gelo na pista da serra em Paso Garibaldi e as burocracias das Aduanas Chilenas e Argentinas. Percorri o rípio de 120km em 2 horas exatas e pernoitei em Rio Grande (200km de Ushuaia), no dia 16 acordei as 5 horas e as 6 horas (ainda escuro) estava partindo debaixo de forte chuva, vento e frio para Ushuaia, antes de subir a serra e enfrentar Paso Garibaldi, (já eram 8 horas da manhã e ainda estava escuro) resolvi obter informações e me disseram que em Ushuaia o dia estava maravilhoso, ou seja, é a terra onde nada é certo, tudo muda, rsrsrsrsrs. Parti...!, e na serra dei de cara com névoa densa, vento forte, chuva fina, pista escorregadia e muito, mas muito frio a 450 metros de altitude, parecia que Garibaldi estava vivo e nervoso...hehehehehe, percorrendo a uns 20km/h cheguei a Ushuaia as 12 horas, gritando de felicidade, rindo sozinho e com uma emoção que as palavras não podem descrever, mas ainda faltava partir para o fim da Ruta 3 (km 3079) enfrentando 12km de rípio congelado e escorregadio, voltar pelo Paso Garibladi e enfrentar mais 120km de rípio até chegar a Cerro Sombrero, ou seja, ainda não havia acabado... (uma guerra é vencida batalha por batalha), cheguei ao fim da Ruta 3 por volta das 13 horas (festa pra todo lado e alegria pra geral) e as 14 horas estava subindo Paso Garibaldi (com cautela e respeito, pois a "chapa tava quente"), as 15:50 horas exatas estava em Rio Grande (a uns 70 km das aduanas em San Sebastian), abasteci e parti para San Sebastian (aduana chilena e argentina) para enfrentar as burocracias de passagem. No meu gps marcava pôr do sol as 17:15 horas, logo estava 2 horas atrasado, mas naquele momento tudo era festa (havia chegado de moto a Ushuaia, de moto não, quer dizer... de HAYABUSA...), estava radiante de felicidade, algo inexplicável... só pode ser sentido... Após a passagem nas aduanas, iniciava os 120km de rípio exatamente as 16:48 horas, fim da tarde e início da noite, as 18 horas estava em pleno breu. As 18:48 horas terminei os 120km rípio, várias batalhas ganhas, estava com fome, frio, sede, cansado e exausto..., mas estava feliz e com paz (coisa de motociclista né?, alguns dizem ser loucura, doidera..., prefiro encarar como Missão Cumprida).
A cada obstáculo transpassado o meu capacete parecia que iria explodir de tanto que eu gritava e vibrava de felicidade e emoção. Abasteci a moto em Cerro Sombrero e iniciava a retomada da minha viagem, a viagem que tanto eu havia sonhado..., as 20 horas estava na balsa atravessando o Estreito de Magalhães, as 21 horas na aduana e partindo para Rio Gallegos, as 22 horas chegava ao Hotel Santa Cruz e a única força que me restava era a de cumprir aquele finalzinho de burocracias de hospedagem. Entrei no quarto, sorriso que não cabia mais na boca, maluco e falando sozinho... o corpo já não existia mais, exausto, cansado... Mas querem saber de uma coisa... VALEU e passaria por tudo de novo, eu me conheço e sei que um dia, se eu estiver velhinho e deitado a descansar em uma cama, trocaria todos os meus dias de vida por uma única oportunidade de voltar no tempo e poder completar os 400km de Cerro Sombrero até Ushuaia. Acordei ontem (17) as 9 horas, tomei café falei com os amigos do grupo do Moto Clube Macaé e parti para encontrar minha esposa e amigos que já estavam em El Calafate. "O Dia Seguinte", dia de comemorar a vitória, estava estampado no meu semblante e nada poderia ofuscar aquele e os momentos que estou passando junto com os amigos, adquirindo experiências que nunca esperei adquirir, na Patagônia é assim, e é aqui que estamos, se não acontecer algo é porque alguma coisa não está normal. Acredito que nada na vida é por acaso, tudo que acontece tem um objetivo e um propósito. Sei que ainda tenho que passar muitas experiências, mas antes de terminar esta viagem, já estou me sentindo outro e pronto para mais um desafio... que venha!Como explicar o inexplicável???
Não sei como expressar o meu carinho por todos, mas agradeço de coração aos amigos pelo apoio e incentivo.
Deus abençoe a todos, sabendo que sem Ele nada seria possível.
Grande abraço.
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Embora não esteja dito no relato acima, ao passar por Esperanza, encarou a subida suave do platô. Havia nevado na noite anterior e esta neve havia derretido um pouco ao longo do dia. A temperatura, na hora de sua passagem estava muito baixa e esta neve acabou se transformado em gelo. Havia gelo na parte de baixo e neve na parte superior. Ele conseguiu andar uns 4 a 5 km nesta situação, quando veio a cair. Não se machucou, mas o furo na tampa do motor deixou ele sem condições de andar.
A noite, resolvemos que seria feito um reparo com durepox, manobra ratificada pelo nosso Toninho, mecânico da Suzuki aqui em Cabo Frio e que certamente daria certo. O DAlessandro emprestou um pedaço de durepox que trazia em seu arsenal, e fizemos o reparo a noite. Deixamos curar no período da noite e no dia seguinte completaríamos o óleo.
Depois da faxina, descemos para o centro e fomos contratar o passeio pelo Glaciar Perito Moreno, o "top gun" dos passeios!
Na hora do almoço, o Geraldo me informou que o Alexandre, quando estava quase chegando a El Calafate, ao passar por uma região onde existia neve e gelo, (o famoso platô de 900 metros de altitude) veio a cair, sendo necessário o poio de um veículo para rebocar sua moto, pois na queda, a tampa do motor, do lado esquerdo, ao deslizar pelo asfalto, acabou sendo perfurada, causando a perda do óleo. Logo pós o almoço, fui ao posto policial com a Luci, localizado na entrada da cidade e perguntamos ao carabineiro de plantão, se ele sabia de algo. Respondeu que sim e que já estava a caminho um reboque particular. Deixei o meu nome e ao endereço de nosso hotel e que se precisassem de algo, era somente nos contactar. Não poderíamos fazer mais nada, a não ser esperar a sua chegada, para vermos o que fazer.
A tarde fomos conhecer o Museu de Gelo, localizado nas proximidades da cidade. Muito interessante este passeio. Relativamente novo, pois foi inaugurado a menos de 2 anos e cheio de recursos audiovisuais sobre o tema. Tivemos chance de visitar um "Bar de Gelo", onde pudemos experimentar a temperatura de - 7º C. A tarde retornamos ao hotel e vimos a moto do Alexandre estacionada em frente ao hotel. Dei uma inspecionada e pude constatar que a única avaria era realmente a tampa perfurada. Ao entrar no hotel, resolvemos ir à piscina e encontramos lá o Alexandre, que nos contou a história em detalhes!
Relato abaixo o email que ele transmitiu a todos os integrantes, sobre a sua decisão de terminar o projeto " Ushuaia - Um desafio pessoal!"!!
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Olá a todos do grupo, participante diretos e indiretos. No dia 16 cheguei a Ushuaia, tremenda emoção e felicidade de poder colocar na minha vida de motociclista esta maravilhosa experiência, adquirida com muita determinação e força de vontade, contando lógico com o apoio dos amigos e esposa. No dia 11 eu e Dino ficamos atolados a 43km de Cerro Sombrero (local extremamente deserto) e com as motos inoperantes próximo a Ruta internacional 257 (um caminho diferente nos foi dado pelo gps e resolvemos segui-lo), isso ocorreu por volta das 12 horas e só conseguimos resolver as 22 horas, debaixo de muito frio (1o C), chuva, estresse e precárias condições de solução para o grande problema. No dia seguinte (12) estávamos exaustos e ainda fomos lavar as motos minuciosamente, já que todos os componentes móveis possíveis estavam tomados por lama endurecida. Partimos ao encontro das esposas no dia 12 para Ushuaia de carro (alugado em Cerro Sombrero das mãos de um amigo de última hora, heheeh... (isso já é uma outra história, vou deixar para o Dino contar, heheehh)). Mas dentro do meu coração estava o sentimento de "DEVER NÃO CUMPRIDO", precisava retomar a viagem novamente e esse fantasma eu não queria comigo durante a minha vida, estar a 400km de Ushuaia e não cumprir o percurso seria triste para mim. No dia 15 voltamos para Cerro Sombrero (ainda de carro), mas já com tudo planejado para voltar a Ushuaia (sozinho, já que todo o grupo havia cumprido o percurso e "ticado" a meta). Deixei o carro as 14hs e as 15:30 hs estava iniciando 120km de rípio, debaixo de muita chuva e frio, para cumprir a missão de poder chegar de moto ao Fin Del Mundo (Terra Del Fuego) e no último km (3079) da Ruta Além do compromisso de estar em El Calafate dia 17 para encontrar a Carol, não poderia gastar tempo com refeições diárias e nem sequer ir ao banheiro, então consumi o mínimo de líquido possível e durante todo o percurso até chegar a Rio Gallegos (de onde partiria para El Calafate) resolvi adorar táticas de guerra extrema,heheheh, comer pouco e o básico pelo caminho, isso resolveria em parte o meu problema, pois ainda teria que correr contra o tempo, pois lidaria com baixíssima velocidade nos percursos perigosos de curvas sinuosas, risco de gelo na pista da serra em Paso Garibaldi e as burocracias das Aduanas Chilenas e Argentinas. Percorri o rípio de 120km em 2 horas exatas e pernoitei em Rio Grande (200km de Ushuaia), no dia 16 acordei as 5 horas e as 6 horas (ainda escuro) estava partindo debaixo de forte chuva, vento e frio para Ushuaia, antes de subir a serra e enfrentar Paso Garibaldi, (já eram 8 horas da manhã e ainda estava escuro) resolvi obter informações e me disseram que em Ushuaia o dia estava maravilhoso, ou seja, é a terra onde nada é certo, tudo muda, rsrsrsrsrs. Parti...!, e na serra dei de cara com névoa densa, vento forte, chuva fina, pista escorregadia e muito, mas muito frio a 450 metros de altitude, parecia que Garibaldi estava vivo e nervoso...hehehehehe, percorrendo a uns 20km/h cheguei a Ushuaia as 12 horas, gritando de felicidade, rindo sozinho e com uma emoção que as palavras não podem descrever, mas ainda faltava partir para o fim da Ruta 3 (km 3079) enfrentando 12km de rípio congelado e escorregadio, voltar pelo Paso Garibladi e enfrentar mais 120km de rípio até chegar a Cerro Sombrero, ou seja, ainda não havia acabado... (uma guerra é vencida batalha por batalha), cheguei ao fim da Ruta 3 por volta das 13 horas (festa pra todo lado e alegria pra geral) e as 14 horas estava subindo Paso Garibaldi (com cautela e respeito, pois a "chapa tava quente"), as 15:50 horas exatas estava em Rio Grande (a uns 70 km das aduanas em San Sebastian), abasteci e parti para San Sebastian (aduana chilena e argentina) para enfrentar as burocracias de passagem. No meu gps marcava pôr do sol as 17:15 horas, logo estava 2 horas atrasado, mas naquele momento tudo era festa (havia chegado de moto a Ushuaia, de moto não, quer dizer... de HAYABUSA...), estava radiante de felicidade, algo inexplicável... só pode ser sentido... Após a passagem nas aduanas, iniciava os 120km de rípio exatamente as 16:48 horas, fim da tarde e início da noite, as 18 horas estava em pleno breu. As 18:48 horas terminei os 120km rípio, várias batalhas ganhas, estava com fome, frio, sede, cansado e exausto..., mas estava feliz e com paz (coisa de motociclista né?, alguns dizem ser loucura, doidera..., prefiro encarar como Missão Cumprida).
A cada obstáculo transpassado o meu capacete parecia que iria explodir de tanto que eu gritava e vibrava de felicidade e emoção. Abasteci a moto em Cerro Sombrero e iniciava a retomada da minha viagem, a viagem que tanto eu havia sonhado..., as 20 horas estava na balsa atravessando o Estreito de Magalhães, as 21 horas na aduana e partindo para Rio Gallegos, as 22 horas chegava ao Hotel Santa Cruz e a única força que me restava era a de cumprir aquele finalzinho de burocracias de hospedagem. Entrei no quarto, sorriso que não cabia mais na boca, maluco e falando sozinho... o corpo já não existia mais, exausto, cansado... Mas querem saber de uma coisa... VALEU e passaria por tudo de novo, eu me conheço e sei que um dia, se eu estiver velhinho e deitado a descansar em uma cama, trocaria todos os meus dias de vida por uma única oportunidade de voltar no tempo e poder completar os 400km de Cerro Sombrero até Ushuaia. Acordei ontem (17) as 9 horas, tomei café falei com os amigos do grupo do Moto Clube Macaé e parti para encontrar minha esposa e amigos que já estavam em El Calafate. "O Dia Seguinte", dia de comemorar a vitória, estava estampado no meu semblante e nada poderia ofuscar aquele e os momentos que estou passando junto com os amigos, adquirindo experiências que nunca esperei adquirir, na Patagônia é assim, e é aqui que estamos, se não acontecer algo é porque alguma coisa não está normal. Acredito que nada na vida é por acaso, tudo que acontece tem um objetivo e um propósito. Sei que ainda tenho que passar muitas experiências, mas antes de terminar esta viagem, já estou me sentindo outro e pronto para mais um desafio... que venha!Como explicar o inexplicável???
Não sei como expressar o meu carinho por todos, mas agradeço de coração aos amigos pelo apoio e incentivo.
Deus abençoe a todos, sabendo que sem Ele nada seria possível.
Grande abraço.
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Embora não esteja dito no relato acima, ao passar por Esperanza, encarou a subida suave do platô. Havia nevado na noite anterior e esta neve havia derretido um pouco ao longo do dia. A temperatura, na hora de sua passagem estava muito baixa e esta neve acabou se transformado em gelo. Havia gelo na parte de baixo e neve na parte superior. Ele conseguiu andar uns 4 a 5 km nesta situação, quando veio a cair. Não se machucou, mas o furo na tampa do motor deixou ele sem condições de andar.
Moto de Alexandre na neve!!
Platô de 900 metros de altitude, gelado!!
Vídeo da moto na estrada:
http://www.youtube.com/watch?v=zO43BqdLY7Q&feature=relmfuA noite, resolvemos que seria feito um reparo com durepox, manobra ratificada pelo nosso Toninho, mecânico da Suzuki aqui em Cabo Frio e que certamente daria certo. O DAlessandro emprestou um pedaço de durepox que trazia em seu arsenal, e fizemos o reparo a noite. Deixamos curar no período da noite e no dia seguinte completaríamos o óleo.
Museu de gelo. Mirtes, Luci e Dalessandro.
Bar de gelo.
Drink em copo de gelo!
Museu de gelo.
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